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Destaques do Blog

A importância de trabalhar o assoalho pélvico

O assoalho pélvico é um ótimo exemplo de músculos que não vão ser exibidos, mas devem, mesmo assim, ser trabalhados!

 

Este conjunto de músculos, fáscias e ligamentos recobre o fundo da bacia pélvica e segura diversos órgãos (bexiga, próstata, reto…) e é responsável pela continência urinária e fecal, além de ajudar a manter a qualidade do sexo tanto em mulheres quanto em homens.

Quando nos deparamos com números que indicam que a dificuldade em controlar o fluxo da urina atinge quase toda a população feminina acima de 80 anos, percebemos que é hora de preparar nosso corpo não apenas esteticamente, mas também para manter a qualidade de vida com o passar dos anos. Afinal, já sabemos que perder urina apenas por causa da idade é um mito!

Determinados estilos de vida, o processo de gestação, fatores genéticos e até mesmo exercícios de alto impacto podem contribuir para o enfraquecimento do assoalho pélvico. Mas nada que não possa ser revertido com o trabalho correto.

Exercícios de fortalecimento feitos sem um bom método e sem acompanhamento também podem ter efeito rebote, enfraquecendo o que deveriam fortalecer.

Em Movimentos Integrativos® o assoalho pélvico é trabalhado, tanto nas sessões individuais quanto em grupo, através de exercícios de percepção e tonificação, passando também pela integração da musculatura aos movimentos.

 

A importância de trabalhar o assoalho pélvico

 

 

Envelhecer, sim! Com saúde e qualidade de vida.

Envelhecer, sim! Mas com saúde e qualidade de vida. E uma das armas mais potentes contra os sintomas do envelhecimento é o movimento!
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Corpo: fonte de deleite ou de angústia?

Seu corpo tem sido fonte de prazer ou de angústia? Já parou para pensar que existem várias formas de percebê-lo?
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Para que servem os Movimentos Integrativos? ®

Conhecer o corpo e reorganizá-lo

A percepção sensorial é refinada por meio de atenção ativa durante os exercícios. A experiência do corpo em sua tridimensionalidade resgata-o da imagem “chapada”, ou seja, desvitalizada, que, em geral, temos dele quando realizamos somente movimentos repetitivos (seus únicos sinais são fome, sede, sono e dores).

O trabalho com Movimentos Integrativos visa revelar uma estrutura vívida, cheia de possibilidades - o esqueleto, por exemplo, deixa de habitar apenas os livros de anatomia para ser sentido como a base profunda que sustenta órgãos, músculos e o próprio movimento. Encontramos centros de sustentação densos, como os ossos, maleáveis, como os músculos, e zonas de conforto e de leveza, como a respiração. Essas oposições combinadas constituem a engrenagem de tensão e distensão, o todo paradoxal e coeso, que possibilita o movimento. Ganhamos intimidade com o corpo e com seu funcionamento, o que nos disponibiliza novos recursos psíquicos para lidar, agora com mais intensidade e riqueza, com as emoções e os desafios.

Desvelar e vitalizar regiões inexploradas ou ignoradas por muito tempo (que vão se enrijecendo e se constituindo um fardo - muitas vezes, doloroso - para o resto da estrutura), é também permitir uma expressão corporal mais saudável e espontânea, além de contribuir para a manutenção da saúde.

Ao nos reconectarmos com o nosso corpo, com o instinto - natureza falando em nós -, descobrimos uma fonte de saber que contribui para uma vida mais criativa.

 

Resultados a curto, médio e longo prazos

Diminuição de dores crônicas, recuperação da funcionalidade das estruturas, definição muscular, prevenção de lesões, aceleramento dos processos de reabilitação, reprogramação postural, redução de cólicas menstruais, aumento da disposição, melhora na qualidade do sono e da concentração, etc.

Pessoas acostumadas a exercitar o corpo de maneira fragmentada, como na musculação com aparelhos, por exemplo, tendem a perder a mobilidade natural, ficando com as articulações enrijecidas e os gestos truncados. Com os Movimentos Integrativos®, sem precisar abandonar a musculação, têm-se a oportunidade de sintonizar todas as partes num eixo central, coordenando o movimento e recuperando a naturalidade.

A experiência corporal é ressignificada ao reencontrarmos a segurança interna, a autenticidade gestual e o prazer do movimento. A personalidade é revigorada, o gesto torna-se mais fluido e elegante e desenvolve-se o autocuidado essencial para uma relação sustentável com o corpo. Estamos cada vez mais longevos e é imprescindível cuidar das estruturas, já que não é possível substituir as peças danificadas, como fazemos com o nosso carro.

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